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VoltarA Associação Médica Brasileira (AMB), a Academia Nacional de Medicina, a Associação Paulista de Medicina (APM) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e outras entidades reivindicam o investimento pelo governo federal de 10% da receita corrente bruta do país, no setor de saúde pública. A Emenda 29 aprovada em 09.2011 e sancionada em 01.2012, define apenas que os estados devem investir na área da saúde 12% da arrecadação de impostos e os municípios, 15%.
Fonte: http://www.sissaude.com.br/sis/
O jornal Correio do Povo, em sua edição de 20.07.2011, publicou notícia informando que “Levantamento do Departamento de Patrimônio e Probidade da Advocacia-Geral da União (AGU) revela que as áreas de Educação e Saúde são importantes focos de corrupção no país ... desvio de verba pública chega a 70% em Saúde e Educação ... Fundos: só 5% de transferência fundo a fundo tem controle.”
Questiona-se:
Realmente há necessidade de mais verbas para a Educação e a Saúde, ou bastaria apenas instaurar-se definitivamente a moralidade no gerenciamento do país.
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